Então que saindo da Polônia, fomos para a Eslováquia, direto para a capital, com uma parada estratégica no meio do caminho porque ninguém é de ferro. :)
O ponto alto da viagem, acreditem, não foi Bratislava, foi a paisagem na estrada. Montanhas, montanhas e mais montanhas. Coisa mais linda!
Bratislava em si é fofinha, ficamos apenas uma noite e as fotos à noite não ficaram lá essas coisas. Mas, valeu pela visita.
Pernoitamos lá e no dia seguinte seguimos viagem para Viena, que fica a apenas 60km de lá.
E aí meu queixo caiu! Quando eu não pensava que a viagem ia melhorar, chegamos numa cidade que causa dor no pescoço. Não tinha para onde olhar e achar feio. Não tinha um cantinho que não fóssemos surpreendidos. Ficamos dois dias. E voltamos para casa boquiabertos.
A volta foi pela Rep. Tcheca. Paramos na segunda maior cidade do país, chamada Brno, e depois seguimos viagem. Cidade linda, mas me recusei a tirar fotos. hahahaha Nada mais superava Viena.
Chegamos em Berlin "morridos" e precisamos de dois dias para nos recuperaramos das aventuras. Mas, foi bom demais da conta!
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Não sumi, só estava por aí! - Parte 01
Passei as últimas duas semanas viajando, de férias. Sabe como é, marido professor, tem que aproveitar as férias escolares...
Fomos assistir à final da Copa na cidade aonde a minha cunhada mora, com o resto da família alemã. Ficamos lá 3 dias. Não vou dizer que foi aquela animação digna de uma família brasileira e baiana como a minha, mas foi legal. hehehehe
Depois voltamos para casa, arrumamos as malas e colocamos os pés na estrada. E, olha, foi mara!
Em um pouco mais de uma semana, passamos por 4 países. De novo, escolhemos o leste europeu. Por dois motivos: sou fascinada por esse lado não muito "mainstream" e é mais barato. Eu ainda não estou ganhando rios de dinheiro, então, temos que economizar nas gotinhas. :)
Primeira parada foi Varsóvia. Gente, que cidade gostosa de se ficar. Parte antiga linda, parte moderna muito arrumada, limpa e os poloneses também são uns fofos. Mulher bonita para carambra, chiques, finas, magras, jovens e ahh, lindas. Fiquei apaixonada. Pela cidade, tá?
Ficamos lá 3 noites. Depois seguimos viagem para Cracóvia, também na Polônia, aonde ficamos 2 dias. Quem já esteve em Praga, vai gostar muito dessa cidade. Tem quase os mesmos elementos. Mas, o castelo de Praga é muito mais bonito. :)
Aproveitamos que estávamos lá e visitamos Auschwitz, um dos campos de extermínio usado pelos nazista na segunda guerra mundial. Não aguentei ver tudo. Entrei no museu, quando vi os pertences das vítimas, suas história, arriei e saí...
Em outro texto conto mais sobre o resto da viagem, se não fica muita informação de uma vez só. Mas, eu recomendo muuuitttoooo visitar essas cidades. São lindas e, assim como Berlin, têm muita história. Vale à pena!
Fomos assistir à final da Copa na cidade aonde a minha cunhada mora, com o resto da família alemã. Ficamos lá 3 dias. Não vou dizer que foi aquela animação digna de uma família brasileira e baiana como a minha, mas foi legal. hehehehe
Depois voltamos para casa, arrumamos as malas e colocamos os pés na estrada. E, olha, foi mara!
Em um pouco mais de uma semana, passamos por 4 países. De novo, escolhemos o leste europeu. Por dois motivos: sou fascinada por esse lado não muito "mainstream" e é mais barato. Eu ainda não estou ganhando rios de dinheiro, então, temos que economizar nas gotinhas. :)
Primeira parada foi Varsóvia. Gente, que cidade gostosa de se ficar. Parte antiga linda, parte moderna muito arrumada, limpa e os poloneses também são uns fofos. Mulher bonita para carambra, chiques, finas, magras, jovens e ahh, lindas. Fiquei apaixonada. Pela cidade, tá?
Ficamos lá 3 noites. Depois seguimos viagem para Cracóvia, também na Polônia, aonde ficamos 2 dias. Quem já esteve em Praga, vai gostar muito dessa cidade. Tem quase os mesmos elementos. Mas, o castelo de Praga é muito mais bonito. :)
Aproveitamos que estávamos lá e visitamos Auschwitz, um dos campos de extermínio usado pelos nazista na segunda guerra mundial. Não aguentei ver tudo. Entrei no museu, quando vi os pertences das vítimas, suas história, arriei e saí...
Em outro texto conto mais sobre o resto da viagem, se não fica muita informação de uma vez só. Mas, eu recomendo muuuitttoooo visitar essas cidades. São lindas e, assim como Berlin, têm muita história. Vale à pena!
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Quando as coisas têm que dar certo...
Então que viajei. Fui na terça-feira ali em Genebra, bate e volta.
Eu me preparei duas semanas para esse dia. Eu fiquei ansiosa, porque eu teria uma reunião para um projeto que eu gostaria muito de trabalhar, discutir estratégias e, in the meantime, também uma entrevista de emprego. Em inglês.
Quem acompanha meu blog desde o início, sabe que depois que eu comecei a aprender alemão, meu inglês travou completamente. Tem mais de dois anos que faço aulas particulares de inglês. Um dinheiro muito bem investido, diga-se. Professora-amiga até já chorou de emoção...
Para quem acompanha o blog há dois anos, também sabe que eu estive muito doente. Do tipo: muito. Por conta disso, também entrei em contato com pessoas que eu não teria, caso tivesse permanecido saudável. Ou seja, Genebra só porque fiquei doente.
O projeto é de cunho social (a minha área, para a pessoa que perguntou no outro post, é gestão de projetos sociais. Amo!) com uma ligação com o Brasil.
Fui com o coração na mão. Entrei no avião quase chorando. Não, não era nervosismo. Era emoção mesmo. Quando pensei no meu percurso, em tudo que passei para chegar àquele momento, foi difícil não me emocionar. Foi difícil não pensar nas dores e nos momentos de desespero pelos quais passei. Mas, eu estava lá, eu subi naquele avião e estava indo para Genebra.
Chego no aeroporto e pego um taxi para o meu destino. Precisava ser rápida. Pergunto para a taxista:
- German or English?
- Whatever you want.
- Could you take me to this adress, please? (estava em francês, tentar pronunciar ia ser o ó)
Taxista pega sua rota e depois de um tempo, pergunta:
- Why did you ask me what language I can speak? Where are you from?
- I'm from Berlin, but in fact I'm Brazilian.
- Que mistura! - ela diz. E começa a falar em português comigo. Eu dei uma gargalhada de alívio!
Uma espanhola que foi casada com um brasileiro e que fala português fluentemente. (Além de inglês, francês e alemão... abafa)
Chego no escritório e a diretora me recebe toda sorridente. Vestida igualzinha a mim!!! De blusa azul no mesmo tom e calça preta. Melhor sintonia, impossível. E senti que meu dia não só tinha começado bem, como iria continuar assim.
E foi!
Aquelas lágrimas que não caíram no momento em que subi no avião continuam aqui. E irão continuar. Porque faz parte do orgulho que sinto de mim nesse exato momento. Porque, quando as coisas têm que dar certo, nada consegue impedir. Só tenho o que agradecer. :)
Eu me preparei duas semanas para esse dia. Eu fiquei ansiosa, porque eu teria uma reunião para um projeto que eu gostaria muito de trabalhar, discutir estratégias e, in the meantime, também uma entrevista de emprego. Em inglês.
Quem acompanha meu blog desde o início, sabe que depois que eu comecei a aprender alemão, meu inglês travou completamente. Tem mais de dois anos que faço aulas particulares de inglês. Um dinheiro muito bem investido, diga-se. Professora-amiga até já chorou de emoção...
Para quem acompanha o blog há dois anos, também sabe que eu estive muito doente. Do tipo: muito. Por conta disso, também entrei em contato com pessoas que eu não teria, caso tivesse permanecido saudável. Ou seja, Genebra só porque fiquei doente.
O projeto é de cunho social (a minha área, para a pessoa que perguntou no outro post, é gestão de projetos sociais. Amo!) com uma ligação com o Brasil.
Fui com o coração na mão. Entrei no avião quase chorando. Não, não era nervosismo. Era emoção mesmo. Quando pensei no meu percurso, em tudo que passei para chegar àquele momento, foi difícil não me emocionar. Foi difícil não pensar nas dores e nos momentos de desespero pelos quais passei. Mas, eu estava lá, eu subi naquele avião e estava indo para Genebra.
Chego no aeroporto e pego um taxi para o meu destino. Precisava ser rápida. Pergunto para a taxista:
- German or English?
- Whatever you want.
- Could you take me to this adress, please? (estava em francês, tentar pronunciar ia ser o ó)
Taxista pega sua rota e depois de um tempo, pergunta:
- Why did you ask me what language I can speak? Where are you from?
- I'm from Berlin, but in fact I'm Brazilian.
- Que mistura! - ela diz. E começa a falar em português comigo. Eu dei uma gargalhada de alívio!
Uma espanhola que foi casada com um brasileiro e que fala português fluentemente. (Além de inglês, francês e alemão... abafa)
Chego no escritório e a diretora me recebe toda sorridente. Vestida igualzinha a mim!!! De blusa azul no mesmo tom e calça preta. Melhor sintonia, impossível. E senti que meu dia não só tinha começado bem, como iria continuar assim.
E foi!
Aquelas lágrimas que não caíram no momento em que subi no avião continuam aqui. E irão continuar. Porque faz parte do orgulho que sinto de mim nesse exato momento. Porque, quando as coisas têm que dar certo, nada consegue impedir. Só tenho o que agradecer. :)
domingo, 20 de abril de 2014
Porque eu precisava ver o mar...
fui lá atrás dele.
Ainda não está quente o suficiente para tirar o casaco, mas estava bonito o suficiente para aquecer o coração.
Recarreguei as baterias e agora estou pronto para mais!
E quem disse que aqui não tem praia e, ainda por cima, bonita? :)
De brinde:

Feliz Páscoa!
P.S: Estive no Ostsee, fiquei em Rostock e visitei praias. : )
Ainda não está quente o suficiente para tirar o casaco, mas estava bonito o suficiente para aquecer o coração.
Recarreguei as baterias e agora estou pronto para mais!
E quem disse que aqui não tem praia e, ainda por cima, bonita? :)
De brinde:

Feliz Páscoa!
P.S: Estive no Ostsee, fiquei em Rostock e visitei praias. : )
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Histórias de banheiro (oi?)
Caso 01:
Durante as minhas viagens, já reparei que sempre encontro brasileiros nos trens/vôos/ônibus em que estou. Nessa última viagem não foi diferente. Estava no banheiro do aeroporto quando entram duas brasileiras. Cada uma em sua cabine, uma grita pra outra bem alto (gritar alto já é redundante o suficiente, né?):
- Olha! A descarga é automática!
Dica: quer comentar, comente. Mas, de pé de ouvido, você nunca sabe se terá um espião por perto. =D
Caso 02:
Num café em Amsterdam, com as "minas", na porta do banheiro do local esperando que ficasse vazio, porque só tinha um. Chega um cara e fala em inglês com a gente:
- Vocês podem usar o banheiro masculino. Aqui na Holanda não nos importamos com isso.
- Está limpo?
- Sim.
- Então, eu vou.
E lá foi a Line usar o banheiro masculino. Ela, viu? Eu, não. hahahahaha
Durante as minhas viagens, já reparei que sempre encontro brasileiros nos trens/vôos/ônibus em que estou. Nessa última viagem não foi diferente. Estava no banheiro do aeroporto quando entram duas brasileiras. Cada uma em sua cabine, uma grita pra outra bem alto (gritar alto já é redundante o suficiente, né?):
- Olha! A descarga é automática!
Dica: quer comentar, comente. Mas, de pé de ouvido, você nunca sabe se terá um espião por perto. =D
Caso 02:
Num café em Amsterdam, com as "minas", na porta do banheiro do local esperando que ficasse vazio, porque só tinha um. Chega um cara e fala em inglês com a gente:
- Vocês podem usar o banheiro masculino. Aqui na Holanda não nos importamos com isso.
- Está limpo?
- Sim.
- Então, eu vou.
E lá foi a Line usar o banheiro masculino. Ela, viu? Eu, não. hahahahaha
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Um final de semana dutch
Um final de semana prolongado, diga-se.
Então que, como vocês sabem, eu sou uma pessoa muito ousada e se você me convidar um dia para ir na sua casa, cuidado, eu irei!
Não foi diferente com a Line. Há tempos ela comentava para ir visitá-la, há tempos eu dizia que queria ir e enrolava. Até que um dia, mandei email pra ela e pedi que escolhesse um final de semana que ela tivesse tempo para mim. E nesse "impulso", fui parar na casa da Brisa. Porque, é óbvio, que a casa não pertence à Line e seu marido. A cachorrinha é sucesso garantido.
Eu teria uma porrada de histórias para contar dos dias que passei lá. Mas, vou ficar com algumas curtinhas:
- primeira noite, jantando na casa dela, comendo uma melancia docinha de sobremesa, depois de duas taças de vinho, arrumei um jeito "adorável" de descobrir que a Brisa adora frutas. Não entendi meu estado de bebedeira até agora para ter conseguido fazer com que a melancia saltasse da minha mão e se espatifasse no chão. Dizem as más línguas que tem fantasma naquela casa, só pode.
- Amsterdam foi o máximo, se levarmos em conta que passamos mais tempo sentadas batendo papo num museu do que vendo as próprias obras. Até que a Si levanta e grita: "gente, o museu vai fechar!" Muitas gargalhadas, muitas histórias, inclusive daquelas que se conta para os netinhos. (Si, eu sei o que você fez no verão passado! hahaha) Além de chuva.
- Mulher na estação de trem me deixa comprar um ticket que não será impresso sem me avisar, porque ela queria ter a certeza de que a máquina estava quebrada mesmo. Eu não queria estar no lugar dela, quando Line disse poucas e boas. Mulé burra da peste!
- De todas que eu queria encontrar, inclusive a Beth, ficou faltando a Eliana. Do jeito que eu me conheço, capaz de bater na porta dela de surpresa um dia desses. Pois, me aguarde, mocinha.
Foram dias ótimos, conversas maravilhosas e momentos que guardarei na memória.
Ainda mais que as meninas, além de lindas, são suuuuper fofas! Brisa inclusa.
Então que, como vocês sabem, eu sou uma pessoa muito ousada e se você me convidar um dia para ir na sua casa, cuidado, eu irei!
Não foi diferente com a Line. Há tempos ela comentava para ir visitá-la, há tempos eu dizia que queria ir e enrolava. Até que um dia, mandei email pra ela e pedi que escolhesse um final de semana que ela tivesse tempo para mim. E nesse "impulso", fui parar na casa da Brisa. Porque, é óbvio, que a casa não pertence à Line e seu marido. A cachorrinha é sucesso garantido.
Eu teria uma porrada de histórias para contar dos dias que passei lá. Mas, vou ficar com algumas curtinhas:
- primeira noite, jantando na casa dela, comendo uma melancia docinha de sobremesa, depois de duas taças de vinho, arrumei um jeito "adorável" de descobrir que a Brisa adora frutas. Não entendi meu estado de bebedeira até agora para ter conseguido fazer com que a melancia saltasse da minha mão e se espatifasse no chão. Dizem as más línguas que tem fantasma naquela casa, só pode.
- Amsterdam foi o máximo, se levarmos em conta que passamos mais tempo sentadas batendo papo num museu do que vendo as próprias obras. Até que a Si levanta e grita: "gente, o museu vai fechar!" Muitas gargalhadas, muitas histórias, inclusive daquelas que se conta para os netinhos. (Si, eu sei o que você fez no verão passado! hahaha) Além de chuva.
- Mulher na estação de trem me deixa comprar um ticket que não será impresso sem me avisar, porque ela queria ter a certeza de que a máquina estava quebrada mesmo. Eu não queria estar no lugar dela, quando Line disse poucas e boas. Mulé burra da peste!
- De todas que eu queria encontrar, inclusive a Beth, ficou faltando a Eliana. Do jeito que eu me conheço, capaz de bater na porta dela de surpresa um dia desses. Pois, me aguarde, mocinha.
Foram dias ótimos, conversas maravilhosas e momentos que guardarei na memória.
Ainda mais que as meninas, além de lindas, são suuuuper fofas! Brisa inclusa.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A amiguinha daqui
Depois de mais uma duas voltas, comprei um sorvete e resolvi sentar ao lado dela e puxar conversa. Ela estava com o celular na mão e fala assim:
- Estou aqui com meu Smartphone, no whatsapp com meu neto.
- O.o
- É, minha filha que me deu. Eu achava que não ia aprender, mas aprendi.
E o celular vibra.
- Oba, deve ser meu neto me respondendo. Ah, não, é um email. Peraí que vou ler.
- O.o
Minha cara, né?
Minutos depois chega um casal de velhinhos. Velhinhos mesmo. Sentam ao nosso lado e começam a conversar com a senhorinha. E ela começa a falar do que? De celular, internet... A mulher do casal só falava dialeto, eu não entendia patavinas.
Daí minha nova amiguinha vira pra ela e fala:
- Ich habe mit meinem Enkel gechattet. (Algo como: estava conversando no chat com meu neto)
A velhinha nada diz. Aí a amiguinha:
- Você não tem ideia do é que "chat", né?
Eu juro que eu tentei me segurar, mas não deu. Eu caí na gargalhada. Imaginem a cena e me deem razão, por favor.
Nesse dia, haveria uma "seresta" no parque. Tem todo domingo pra entrenter o povo da cidade e que ficam nas clínicas de reabilitação. A cidade funciona por isso, né? E o que eles fizeram nesse tempo? Fofocaram.
Juro. Nunca vi velhinhos tão fofoqueiros na vida. Vinha uma pessoa de cabelo vermelho e eles: "aff, olha esse cabelo". Passava um rapaz com tatuagem e eles: "vixe, que feio! Deve doer pra fazer." "E olha para aquela lá de sombrinha. Ela não aguenta o sol, não?"
domingo, 3 de março de 2013
Atenção senhores passageiros com destino para o...
BRASIL-SIL-SIL!
Nesse momento, o avião deve estar passando por cima do Atlântico. Óia que beleza? Nessa hora, eu fecho os olhos, chamo por Deus e rumbora!
Vou ficar duas semanas. Só? Só. Era o período que fechava a promoção da passagem. A minha conta bancária não está ajudando. Hehehehe
Falando sério, passar duas semanas na casa dos meus pais, numa cidadezinha de interior do interior da Bahia está de bom tamanho, né?
Já falei que a conta bancária não ajuda? Então. Não vou viajar. Não vou fazer compras. Vou ficar em casa sendo paparicada pela minha mãe. E com saudades de casa depois do segundo dia. Porque eu vou sozinha, marido fica. Consequentemente, a saudade aperta. Depois de quase 10 anos, eu ainda sinto saudades desse moço. Já começa no aeroporto. Sintam o drama.
Vai ser tempo suficiente pra matar a saudade da família e engordar uns quilinhos comendo tapioca, batata doce e cuscus.
Não sei se volto aqui pra contar minhs aventuras (sei...) nesse período. Então, deixo aqui meu abraço, meu cheiro.
Aí, quando voltar, terei muita coisa pra contar. Tenho certeza. Porque, apesar de morar no interior, minha família é digna de pérolas só dela!
Beijos! Não sumam, não morram de saudades de mim. Eu voooooollllttttooooo!!!!
Nesse momento, o avião deve estar passando por cima do Atlântico. Óia que beleza? Nessa hora, eu fecho os olhos, chamo por Deus e rumbora!
Vou ficar duas semanas. Só? Só. Era o período que fechava a promoção da passagem. A minha conta bancária não está ajudando. Hehehehe
Falando sério, passar duas semanas na casa dos meus pais, numa cidadezinha de interior do interior da Bahia está de bom tamanho, né?
Já falei que a conta bancária não ajuda? Então. Não vou viajar. Não vou fazer compras. Vou ficar em casa sendo paparicada pela minha mãe. E com saudades de casa depois do segundo dia. Porque eu vou sozinha, marido fica. Consequentemente, a saudade aperta. Depois de quase 10 anos, eu ainda sinto saudades desse moço. Já começa no aeroporto. Sintam o drama.
Vai ser tempo suficiente pra matar a saudade da família e engordar uns quilinhos comendo tapioca, batata doce e cuscus.
Não sei se volto aqui pra contar minhs aventuras (sei...) nesse período. Então, deixo aqui meu abraço, meu cheiro.
Aí, quando voltar, terei muita coisa pra contar. Tenho certeza. Porque, apesar de morar no interior, minha família é digna de pérolas só dela!
Beijos! Não sumam, não morram de saudades de mim. Eu voooooollllttttooooo!!!!
domingo, 29 de julho de 2012
Por onde andei
Passamos dois dias na cidade de Breslau (Wroclaw, em polonês) na Polônia. Antes da segunda guerra, era território alemão e sua arquitetura antiga ainda pode ser reconhecida por lá. A cidade é grande, com mais de 650 mil habitantes - para o padrão alemão, claro.
Mas, o que me impressionou mesmo, foi a quantidade de shoppings que vimos. Sério. Tinha um a cada dois blocos. Tudo bem que ficamos só no centro da cidade, que é o antigo também, mas, mesmo assim, nunca vi um lugar pra ter tanto shopping e galerias.
Aqui em Berlin tem shopping, mas um ou dois, sei lá, em cada bairro. E nenhum chega a ser um "iguatemi" da vida. Lá, pareciam estar todos concentrados no mesmo lugar. Além das lojas de rua, como aqui também tem de monte. :)
O que eu gostei mesmo foi a rua/praça Rynek, um quarteirão aonde se concentram bares e restaurantes na cidade antiga, assim como a prefeitura. Muito agradável, com direito a guichos de água na rua por causa do calor (34 graus), comida gostosa e mulheres lindas. Gente, o que tem na água da Polônia?
Andar pelas ruas e não entender nadica de nada do que se está escrito nas placas e sinalizações: Déjà vu. Rá!
Recomendo muito a cidade! :)
Mas, o que me impressionou mesmo, foi a quantidade de shoppings que vimos. Sério. Tinha um a cada dois blocos. Tudo bem que ficamos só no centro da cidade, que é o antigo também, mas, mesmo assim, nunca vi um lugar pra ter tanto shopping e galerias.
Aqui em Berlin tem shopping, mas um ou dois, sei lá, em cada bairro. E nenhum chega a ser um "iguatemi" da vida. Lá, pareciam estar todos concentrados no mesmo lugar. Além das lojas de rua, como aqui também tem de monte. :)
O que eu gostei mesmo foi a rua/praça Rynek, um quarteirão aonde se concentram bares e restaurantes na cidade antiga, assim como a prefeitura. Muito agradável, com direito a guichos de água na rua por causa do calor (34 graus), comida gostosa e mulheres lindas. Gente, o que tem na água da Polônia?
Andar pelas ruas e não entender nadica de nada do que se está escrito nas placas e sinalizações: Déjà vu. Rá!
Recomendo muito a cidade! :)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Cortando o barato
Dias atrás, recebemos a vista de uma amiga. Ela tinha ido ao sul de Portugal recentemente. Em determinado momento, ela que é colombiana e já morou no Brasil uns sete anos, vira pra mim em português e fala toda alegre:
- Fui numa praia em Portugal que é muito parecida com as da Bahia. Acho que pode ser uma boa ideia pra você. Você iria adorar.
Antes mesmo dela continuar sua narração, perguntei:
- Tem coqueiro? Se não tem coqueiro, não tem graça.
Todo mundo na sala riu. Porque, claro, não tem coqueiro. E ela emenda:
- Poxa, eu aqui toda empolgada pra te contar da praia e você me pergunta sobre coqueiros!?
Quer comparar, compara, mas, vamos dar os devidos créditos, né? =P
- Fui numa praia em Portugal que é muito parecida com as da Bahia. Acho que pode ser uma boa ideia pra você. Você iria adorar.
Antes mesmo dela continuar sua narração, perguntei:
- Tem coqueiro? Se não tem coqueiro, não tem graça.
Todo mundo na sala riu. Porque, claro, não tem coqueiro. E ela emenda:
- Poxa, eu aqui toda empolgada pra te contar da praia e você me pergunta sobre coqueiros!?
Quer comparar, compara, mas, vamos dar os devidos créditos, né? =P
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Pantufas...
Eu tenho um histórico de micos com a sogra. Alguns já contei por aqui, como esse, por exemplo. Parece perseguição, sendo que eu tenho uma sogra bem fofinha... rs
A última vez que fomos lá, ainda estava me preparando: vestindo roupa, tomando café, pegando água pra viagem (sogra mora em Hannover) etc etc.
Marido me apressando pra gente sair logo, quando já estou no elevador e sinto uma brisa fria nos meus pés. Opa, algo errado por aqui!
Se não fosse a brisinha fria, acho que eu iria fazer 3 horas de viagem de carro de pantufas nos pés. Chegaria em Hannover de pantufas e ficaria passeando nos corredores do asilo (sim, ela mora em um) como se fosse mais um dos "moradores", né?
Ia ser lindo de ver.
Ainda bem que deu tempo de voltar e colocar um sapato. ;)
Foi por pouco.
A última vez que fomos lá, ainda estava me preparando: vestindo roupa, tomando café, pegando água pra viagem (sogra mora em Hannover) etc etc.
Marido me apressando pra gente sair logo, quando já estou no elevador e sinto uma brisa fria nos meus pés. Opa, algo errado por aqui!
Se não fosse a brisinha fria, acho que eu iria fazer 3 horas de viagem de carro de pantufas nos pés. Chegaria em Hannover de pantufas e ficaria passeando nos corredores do asilo (sim, ela mora em um) como se fosse mais um dos "moradores", né?
Ia ser lindo de ver.
Ainda bem que deu tempo de voltar e colocar um sapato. ;)
Foi por pouco.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Parece criança!
Sei lá, a pessoa viaja de carro e pra parecer mais ainda uma criança, só falta perguntar 34781249 vezes: "Já chegou?".
Por que, né? Em viagens longas, a pessoa, além de pensar, resolve contar quantos animais silvestres (porque se fosse contar vaca, né? tudo tem limite na vida!) ela encontra nas paisagens.
Saldo:
39 veados (uma mãe e um filhote passaram em frente ao nosso carro "pela estrada a fora eu vou bem sozinho...")
1 alce
2 corujas
3 águias/gaviões/seiláoqueera
Oi? Eu nunca disse que era normal.
Por que, né? Em viagens longas, a pessoa, além de pensar, resolve contar quantos animais silvestres (porque se fosse contar vaca, né? tudo tem limite na vida!) ela encontra nas paisagens.
Saldo:
39 veados (uma mãe e um filhote passaram em frente ao nosso carro "pela estrada a fora eu vou bem sozinho...")
1 alce
2 corujas
3 águias/gaviões/seiláoqueera
Oi? Eu nunca disse que era normal.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Lüneburg, o post extra
Quando escrevi sobre a viagem, disse que Lünenburg precisava de um post só pra ela. Pois é...
Daí que entramos na cidade, sabendo que íamos encontrar um lugar bonito. Só não sabíamos que seria tão bonito quanto pensávamos e até queríamos dormir lá.
Como a gente não tinha planejado, não achamos quarto na cidade. Os hotéis estavam lotados. Cansados, decidimos procurar um lugar pra sentar, tomar um café e seguir viagem. (Nota mental: nunca, jamais, em tempo algum, peça café numa cidade alemã, se está acostumado com o café forte do Brasil. Peça expresso ou capuccino.)
Andando pelo centro da cidade, encontramos um café. Aliás, foi marido que viu: "Olha lá, Café Brasil!" Sim, Brasil com "s" e não com "z". Pensei logo "Uhuuuu, estou em casa!".
Entramos e marido fez o pedido em alemão. Eu fiquei olhando pro atendente e me perguntando de que lugar do Brasil ele poderia ser, tinha cara de gaúcho ou catarinense... Sei lá... E fiquei encucada, já que ele estava falando em alemão com marido.
Aí, na cara dura que Deus me empresta de vez em quando, toda loira, linda e serelepe, perguntei em português: "Você é brasileiro?". Aí² ele me olha do mesmo jeito que eu olho quando alguém fala em dialeto alemão comigo: sem entender porra nenhuma!
Marido explica que a gente pensou que ele era brasileiro e aí ele fala:
- Meu colega ali entende português.(Acho que ele pensou que estávamos procurando alguém que falasse português)
Fui lá falar com o colega dele. Era espanhol. Quê?
Tá, peraí, o nome do lugar é Café BraSil, o atendente é alemão e outro espanhol? Gente, cadê a originalidade desse povo??? Ou sou eu que estou mal acostumada com os cafés e restaurantes brasileiros de Berlin que são legítimos de fábrica?
Posso classificar como propaganda enganosa? Humpf!
Update: Povo, eu tinha escrito Lünenburg e está errado. A Bruna me alertou. Então, eu estive em LÜNEBURG, sem "n". Obrigada, Bruna.
Daí que entramos na cidade, sabendo que íamos encontrar um lugar bonito. Só não sabíamos que seria tão bonito quanto pensávamos e até queríamos dormir lá.
Como a gente não tinha planejado, não achamos quarto na cidade. Os hotéis estavam lotados. Cansados, decidimos procurar um lugar pra sentar, tomar um café e seguir viagem. (Nota mental: nunca, jamais, em tempo algum, peça café numa cidade alemã, se está acostumado com o café forte do Brasil. Peça expresso ou capuccino.)
Andando pelo centro da cidade, encontramos um café. Aliás, foi marido que viu: "Olha lá, Café Brasil!" Sim, Brasil com "s" e não com "z". Pensei logo "Uhuuuu, estou em casa!".
Entramos e marido fez o pedido em alemão. Eu fiquei olhando pro atendente e me perguntando de que lugar do Brasil ele poderia ser, tinha cara de gaúcho ou catarinense... Sei lá... E fiquei encucada, já que ele estava falando em alemão com marido.
Aí, na cara dura que Deus me empresta de vez em quando, toda loira, linda e serelepe, perguntei em português: "Você é brasileiro?". Aí² ele me olha do mesmo jeito que eu olho quando alguém fala em dialeto alemão comigo: sem entender porra nenhuma!
Marido explica que a gente pensou que ele era brasileiro e aí ele fala:
- Meu colega ali entende português.(Acho que ele pensou que estávamos procurando alguém que falasse português)
Fui lá falar com o colega dele. Era espanhol. Quê?
Tá, peraí, o nome do lugar é Café BraSil, o atendente é alemão e outro espanhol? Gente, cadê a originalidade desse povo??? Ou sou eu que estou mal acostumada com os cafés e restaurantes brasileiros de Berlin que são legítimos de fábrica?
Posso classificar como propaganda enganosa? Humpf!
Update: Povo, eu tinha escrito Lünenburg e está errado. A Bruna me alertou. Então, eu estive em LÜNEBURG, sem "n". Obrigada, Bruna.
sábado, 8 de outubro de 2011
De volta ao lar
Como vocês sabem, estava ali fazendo a social. E, além disso, marido queria me apresentar um pedaço do país que nem ele conhecia, Ostsee (conhecido por nós como o Mar Báltico). Como alemão, ele quer porque quer me convencer que aqui tem praias bonitas. Ainda mais depois do desastre que foi o Nordsee. ;)
Antes de falar da viagem em si, tenho que dizer que foram ótimos dias pra mim. Realmente, precisava sair do meu casulo, sair de casa e ver paisagens diferentes. Viagens, para mim, sempre servem como tempo de reflexão, olhando paisagem e pensando, refletindo. Ideias antigas que tinha, foram amadurecidas. Ideias novas surgiram, como inspiração. E voltei pra casa com algumas atividades anotadas, como tirar o blá-blá-blá do meu currículo e me concentrar em fatos! A semana que começa promete ser cheia.
Primeira parada foi Osnabrück, na casa da cunhada. Visitamos também o sobrinho de marido que tem dois lindos anjinhos que adoro (a mais pura verdade) e que já foram tema aqui também.
A cidade tem um comércio bem legal, aonde não passam carros, o que dá um conforto bacana pra fazer compras. Como eu tinha algumas pendências de inverno pra resolver, como comprar meias e a C&A estava em promoção (oi, me chamem de pobre, beijos!), fiz comprinhas também.
De lá (quarta-feira), saímos em direção a Rügen, uma ilha no Ostsee. Como a viagem era longa, pernoitamos numa cidadezinha fofinha, mas antes passamos em Lüneburg (que merece um post à parte...), ficamos lá só um tiquinho. Mas, achei tão bonitinha que voltaria lá novamente.
Aí, chegamos perto de Rügen no dia seguinte, com muita chuva. Chuva de acabar com o mundo, de você estar dirigindo e não conseguir ver a estrada.... Desanimamos, pensando que o tempo todo seria assim... Fomos direto para um hotel, em Stralsund e ficamos pela cidade que, apesar de bonita, não era interessante. Stralsund é a última cidade do continente antes da ilha, a ponte que leva até lá tem 3km.
Maaaas, a sexta-feira foi bem bacana, com sol e céu azul. O que não foi bacana foi a temperatura: 7 graus. Saímos do hotel cedo pra aproveitar o dia, já que não sabíamos o quanto de "tempo bom" teríamos. Aí, agora vou deixar de falação e vou de fotos, que é melhor, né?
Rügen é bonita, tem muita área verde, de florestas, parques nacionais e as cidades tem cara de cidades de seriado de TV antigo.
A praia se resume a pedras e água. Mas, achei bonitinha... rs
Saindo de lá, fomos para Usedom, outra ilha do Ostsee. Aí, sim, eu posso dizer que estava numa praia de verdade. Claro, sem coqueiros.
Essas praias bombam no verão, não só as de nudismo, viu? ;)
Em resumo, gostei do que vi e acho que voltaria quando o tempo tivesse um pouco mais quente. Marido quase me convenceu de que, sim, são bonitas.
Tem tanta coisa legal pra se fazer, como caminhadas e passeios, e eu não fiz porque estava ventando muuuito. E, olha, eu posso até aguentar o frio, mas, não me peçam pra suportar o vento, que, meu Deus!, não dá! Não dá!
Antes de falar da viagem em si, tenho que dizer que foram ótimos dias pra mim. Realmente, precisava sair do meu casulo, sair de casa e ver paisagens diferentes. Viagens, para mim, sempre servem como tempo de reflexão, olhando paisagem e pensando, refletindo. Ideias antigas que tinha, foram amadurecidas. Ideias novas surgiram, como inspiração. E voltei pra casa com algumas atividades anotadas, como tirar o blá-blá-blá do meu currículo e me concentrar em fatos! A semana que começa promete ser cheia.
Primeira parada foi Osnabrück, na casa da cunhada. Visitamos também o sobrinho de marido que tem dois lindos anjinhos que adoro (a mais pura verdade) e que já foram tema aqui também.
A cidade tem um comércio bem legal, aonde não passam carros, o que dá um conforto bacana pra fazer compras. Como eu tinha algumas pendências de inverno pra resolver, como comprar meias e a C&A estava em promoção (oi, me chamem de pobre, beijos!), fiz comprinhas também.
De lá (quarta-feira), saímos em direção a Rügen, uma ilha no Ostsee. Como a viagem era longa, pernoitamos numa cidadezinha fofinha, mas antes passamos em Lüneburg (que merece um post à parte...), ficamos lá só um tiquinho. Mas, achei tão bonitinha que voltaria lá novamente.
Aí, chegamos perto de Rügen no dia seguinte, com muita chuva. Chuva de acabar com o mundo, de você estar dirigindo e não conseguir ver a estrada.... Desanimamos, pensando que o tempo todo seria assim... Fomos direto para um hotel, em Stralsund e ficamos pela cidade que, apesar de bonita, não era interessante. Stralsund é a última cidade do continente antes da ilha, a ponte que leva até lá tem 3km.
Maaaas, a sexta-feira foi bem bacana, com sol e céu azul. O que não foi bacana foi a temperatura: 7 graus. Saímos do hotel cedo pra aproveitar o dia, já que não sabíamos o quanto de "tempo bom" teríamos. Aí, agora vou deixar de falação e vou de fotos, que é melhor, né?
Rügen é bonita, tem muita área verde, de florestas, parques nacionais e as cidades tem cara de cidades de seriado de TV antigo.
A praia se resume a pedras e água. Mas, achei bonitinha... rs
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| Não se deixem enganar pelo céu azul. Estava muito frio, hein? |
Saindo de lá, fomos para Usedom, outra ilha do Ostsee. Aí, sim, eu posso dizer que estava numa praia de verdade. Claro, sem coqueiros.
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| FKK Strand significa praia reservada pra NUDISMO!! |
Essas praias bombam no verão, não só as de nudismo, viu? ;)
Em resumo, gostei do que vi e acho que voltaria quando o tempo tivesse um pouco mais quente. Marido quase me convenceu de que, sim, são bonitas.
Tem tanta coisa legal pra se fazer, como caminhadas e passeios, e eu não fiz porque estava ventando muuuito. E, olha, eu posso até aguentar o frio, mas, não me peçam pra suportar o vento, que, meu Deus!, não dá! Não dá!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Praga!
Desde que eu cheguei na Alemanha, tenho vontade de conhecer outras cidades européias. Uma delas sempre foi Praga, porque conhecia a fama de ser muito bonita, como Viena e Budapeste também têm e, por isso, estão na minha lista.
Achamos uma promoção de trem e pensamos que essa era a nossa hora. Afinal, a gente não viaja mais porque não tem muito $$ à disposição. Deixa eu passar a ganhar um salário decente, pelo menos, né?
Chegamos em Praga na quinta, por volta de meio dia, fomos ao hotel, que fica perto do centro antigo, deixamos as malas e fomos passear. Eu fiquei encantada. A cidade é antiga e como não foi muito antigida pela segunda guerra, os prédios ainda são as construções originais. Tudo lindo.
Muita gente. Muita gente. Muita gente. Gente. Muita. Sério. Tinha coisas que a gente queria fazer e desistia pela quantidade de gente que já estava no lugar. Mas, isso não foi motivo para eu deixar de aproveitar a viagem.
À noite, Praga é ainda mais bonita. Uma coisa de outro mundo com os prédios iluminados. Também comi e bebi bastante. Pessoa que não aguenta beber dizendo que bebeu bastante. Aham... Mas, né, como poderia não beber com as melhores cervejas da europa à disposição por 1 euro o meio litro? Eu escrevi MEIO LITRO.
O tempo também estava maravilhoso. Fez sol todos os dias, exceto no domingo que foi chuvoso. Como foi o dia do nosso retorno, não teve problemas. ;)
Só não queiram que eu diga o nome dos lugares aonde estive, ok? Se já tenho problema com o alemão que ouço todo dia, imagina aí com o tcheco? Ai, ai...
Duas coisas me chamaram a atenção na cidade, além de todo o resto: a quantidade de livrarias e concertos clássicos nas igrejas que aconteciam todos os dias, o que demonstra uma cultura e arte vibrante na cidade; e os mendigos. Pois é. Alemanha está me deixando mal acostumada. Só que não foi só por vê-los que chamou a minha atenção, foi a postura de humilhação que eles faziam para pedir a esmola. Foi de partir meu coração brasileiro...Como se nada mais valesse, como se não houvesse mais dignidade. Triste.
Mudando de assunto: micos da viagem: eu queria falar Tcheca e só falava Polônia (não, nada a ver com posição geográfica, pois sei aonde ficam as duas. Era bobeira mesmo. rs), eu queria falar Thank you, e só falava Danke. A pessoa chega com fome e sono da viagem e a primeira coisa que faz, ao invés de descansar é tomar meio litro de cerveja de barriga vazia. Ok, antes da cerveja terminar a comida já tinha chegado, mas né, custava esperar um pouquinho?? Não né? Bêbada no primeiro dia. Rá!
Eu vou voltar numa época que não tenha tanta gente. E próximo destino será Budapeste! Ou não, quem sabe... rsrs
Achamos uma promoção de trem e pensamos que essa era a nossa hora. Afinal, a gente não viaja mais porque não tem muito $$ à disposição. Deixa eu passar a ganhar um salário decente, pelo menos, né?
Chegamos em Praga na quinta, por volta de meio dia, fomos ao hotel, que fica perto do centro antigo, deixamos as malas e fomos passear. Eu fiquei encantada. A cidade é antiga e como não foi muito antigida pela segunda guerra, os prédios ainda são as construções originais. Tudo lindo.
Muita gente. Muita gente. Muita gente. Gente. Muita. Sério. Tinha coisas que a gente queria fazer e desistia pela quantidade de gente que já estava no lugar. Mas, isso não foi motivo para eu deixar de aproveitar a viagem.
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| Eu disse que era gente... |
O tempo também estava maravilhoso. Fez sol todos os dias, exceto no domingo que foi chuvoso. Como foi o dia do nosso retorno, não teve problemas. ;)
Só não queiram que eu diga o nome dos lugares aonde estive, ok? Se já tenho problema com o alemão que ouço todo dia, imagina aí com o tcheco? Ai, ai...
Duas coisas me chamaram a atenção na cidade, além de todo o resto: a quantidade de livrarias e concertos clássicos nas igrejas que aconteciam todos os dias, o que demonstra uma cultura e arte vibrante na cidade; e os mendigos. Pois é. Alemanha está me deixando mal acostumada. Só que não foi só por vê-los que chamou a minha atenção, foi a postura de humilhação que eles faziam para pedir a esmola. Foi de partir meu coração brasileiro...Como se nada mais valesse, como se não houvesse mais dignidade. Triste.
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| Ai meu coração... |
Eu vou voltar numa época que não tenha tanta gente. E próximo destino será Budapeste! Ou não, quem sabe... rsrs
quinta-feira, 19 de maio de 2011
"As arvres somo nozes"
Então que a pessoa cresce frustrada porque sempre via em filme as casas em árvores e os clubinhos secretos que toda criança (de filme) fazia.
A pessoa morou numa casa que tinha um pé de cacau e dois pés de goiaba no quintal. Queria porque queria uma casa na árvore. O máximo que ela conseguiu foi uma casinha de boneca construída pelo pai e coberta com tecido pela mãe. Foi um dos presentes mais lindos que ela já ganhou. E, poxa, dava até pra ficar em pé na casinha. Mané casinha da Barbie! Eu tinha uma feita pelos MEUS PAIS! Olha só o orgulho!
Mas, a vontade de ter uma casinha na árvore continuou, porque criança é bicho besta e muito influenciável.
Até que um dia, conhecendo uma cidadezinha que tem aqui perto, a 60km de Berlin, considerada Kurort (lugar de cura, por ser numa montanha) e aonde vamos passar o feriado do dia 02.06, encontrei essa árvore.
Aí eu bem que podia juntar a casinha de boneca que eu tinha na infância com a minha frustração de não ter uma casa na árvore, se eu tivesse, no meu quintal, uma árvore como essa. =P
Não entendeu o título do post? Clica aqui que você entende.
A pessoa morou numa casa que tinha um pé de cacau e dois pés de goiaba no quintal. Queria porque queria uma casa na árvore. O máximo que ela conseguiu foi uma casinha de boneca construída pelo pai e coberta com tecido pela mãe. Foi um dos presentes mais lindos que ela já ganhou. E, poxa, dava até pra ficar em pé na casinha. Mané casinha da Barbie! Eu tinha uma feita pelos MEUS PAIS! Olha só o orgulho!
Mas, a vontade de ter uma casinha na árvore continuou, porque criança é bicho besta e muito influenciável.
Até que um dia, conhecendo uma cidadezinha que tem aqui perto, a 60km de Berlin, considerada Kurort (lugar de cura, por ser numa montanha) e aonde vamos passar o feriado do dia 02.06, encontrei essa árvore.
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| Já tá quente pra usar blusinha?? Já!!!! |
Não entendeu o título do post? Clica aqui que você entende.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Minhas impressões
Fui para o Brasil depois de um ano morando na Alemanha. Fiquei na casa dos meus pais a maior parte do tempo. Eu sabia que ia encontrar tudo igual. Se não mudou quase nada em 30 anos, não mudaria em 1, né mesmo? Não fui com grandes expectativas quanto a isso. (falo da minha família, viu?)
Só que ter encontrado as coisas dos mesmo jeito foi estranho. Parecia que o tempo em que estive na Alemanha foi um longo sonho. Acordei e estava tudo normal como sempre foi. A única coisa que era diferente eram as perguntas de amigos e parentes: como está na Alemanha? O que quer fazer nesse novo ano? Quais seus planos? etc etc. O resto, minha rotina, inclusive, era tudo igual.
A cidade em que morei cresce a olhos vistos. Mas, isso desde uns 5 anos atrás. Fruto do desenvolvimento do país. O número de carros na capital aumentou. Fruto do recorde de venda de carros do ano passado. Achar pedreiro para fazer uma obra particular é um sacrifício, pois estão todos alocados em construtoras. Fruto das facilidades nos programas de financiamento de casa própria do governo. O país cresce. Não é novidade. Eu já saí de lá acompanhando esse ritmo. Eu fiz parte desse crescimento. Então, de certa forma, não foi uma mudança sentida.
Para mim, contudo, a desigualdade social pareceu muito mais gritante, muito mais urgente... A comparação foi inevitável.
Eu achei estranho a reação de algumas pessoas, os comentários de outras e a forma como umas agiam comigo. Mas, também já estava preparada pra isso. Uma das minhas melhores amigas nem me perguntou se estava feliz. Aliás, não fez nenhuma pergunta direta sobre mim e minha nova vida. Tento entender o fato dela ser ciumenta e se sentir sozinha... Porém, penso que nesse caso, só quem está sendo amiga sou eu, né?, tentando entendê-la. Mérito meu. Vai pra conta do Papa, na minha listinha de coisas boas que fiz. (Sou interesseira, né? rs)
Vi pouca gente, considerando a quantidade de emails e telefonemas que fiz. Contudo, quem eu encontrei, valorizei cada minuto do encontro e da amizade. Inclusive, as novas que fiz ou solidifiquei (Oi, Tania! Oi, Celine!).
No mais, agora estou na minha casa, pensando nos meus planos e definindo melhor meus objetivos para esse ano. Vamos ver o que acontece daqui pra frente! Sigam-me os bons!
Só que ter encontrado as coisas dos mesmo jeito foi estranho. Parecia que o tempo em que estive na Alemanha foi um longo sonho. Acordei e estava tudo normal como sempre foi. A única coisa que era diferente eram as perguntas de amigos e parentes: como está na Alemanha? O que quer fazer nesse novo ano? Quais seus planos? etc etc. O resto, minha rotina, inclusive, era tudo igual.
A cidade em que morei cresce a olhos vistos. Mas, isso desde uns 5 anos atrás. Fruto do desenvolvimento do país. O número de carros na capital aumentou. Fruto do recorde de venda de carros do ano passado. Achar pedreiro para fazer uma obra particular é um sacrifício, pois estão todos alocados em construtoras. Fruto das facilidades nos programas de financiamento de casa própria do governo. O país cresce. Não é novidade. Eu já saí de lá acompanhando esse ritmo. Eu fiz parte desse crescimento. Então, de certa forma, não foi uma mudança sentida.
Para mim, contudo, a desigualdade social pareceu muito mais gritante, muito mais urgente... A comparação foi inevitável.
Eu achei estranho a reação de algumas pessoas, os comentários de outras e a forma como umas agiam comigo. Mas, também já estava preparada pra isso. Uma das minhas melhores amigas nem me perguntou se estava feliz. Aliás, não fez nenhuma pergunta direta sobre mim e minha nova vida. Tento entender o fato dela ser ciumenta e se sentir sozinha... Porém, penso que nesse caso, só quem está sendo amiga sou eu, né?, tentando entendê-la. Mérito meu. Vai pra conta do Papa, na minha listinha de coisas boas que fiz. (Sou interesseira, né? rs)
Vi pouca gente, considerando a quantidade de emails e telefonemas que fiz. Contudo, quem eu encontrei, valorizei cada minuto do encontro e da amizade. Inclusive, as novas que fiz ou solidifiquei (Oi, Tania! Oi, Celine!).
No mais, agora estou na minha casa, pensando nos meus planos e definindo melhor meus objetivos para esse ano. Vamos ver o que acontece daqui pra frente! Sigam-me os bons!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Cheguei, meu povo!
Pois é, cheguei ontem, às 16h (horário de Berlin).
O voo foi tranquilo porque foi à noite. Se eu disser que a mesma turma do fundão voltou comigo, vocês acreditam? Karma ou Darma? Mas, eles preferiram dormir, graças a Deus.
Ao meu lado, um senhor italiano com medo de voar e que mora há 5 anos no Brasil. Encheu a cara de whisky e não parou de falar até a hora que eu cansei, virei a cara e fui dormir.
Mas, as cerejas do bolo não me deixam, né? Porque eu atraio essas coisas. Ele vira pra mim e diz que ronca!! Que ronca!!! E que se eu quisesse, poderia bater em sua boca. Oi? Pra ser tirada do voo à força? Não, meu caro. Vai roncar, vai.
E roncou, meu povo! Como roncou! Correr pra onde nessas horas, hein?
Mas, cheguei em casa sã e salva. Bebi água, bati um papinho básico com o meu povo e capotei na cama. Levantei pra jantar, tomei banho e voltei pra cama, novamente. Agora estou aqui. Já já estarei pela blogosfera visitando todo mundo.
Me aguardem, não vai ser agora que se verão livres de mim.
O voo foi tranquilo porque foi à noite. Se eu disser que a mesma turma do fundão voltou comigo, vocês acreditam? Karma ou Darma? Mas, eles preferiram dormir, graças a Deus.
Ao meu lado, um senhor italiano com medo de voar e que mora há 5 anos no Brasil. Encheu a cara de whisky e não parou de falar até a hora que eu cansei, virei a cara e fui dormir.
Mas, as cerejas do bolo não me deixam, né? Porque eu atraio essas coisas. Ele vira pra mim e diz que ronca!! Que ronca!!! E que se eu quisesse, poderia bater em sua boca. Oi? Pra ser tirada do voo à força? Não, meu caro. Vai roncar, vai.
E roncou, meu povo! Como roncou! Correr pra onde nessas horas, hein?
Mas, cheguei em casa sã e salva. Bebi água, bati um papinho básico com o meu povo e capotei na cama. Levantei pra jantar, tomei banho e voltei pra cama, novamente. Agora estou aqui. Já já estarei pela blogosfera visitando todo mundo.
Me aguardem, não vai ser agora que se verão livres de mim.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Matando a curiosidade: o que ando fazendo no Brasil
- Lembram do FAQ. 18? Pois então. Eu fiz. Não doeu. Ninguém morreu. Mas, estou leve, graças a Deus. Fiz minha parte. Agora eu sigo em frente. Não querer voltar para o Brasil, ter feito de Berlin minha casa, não quer dizer que virei as costas, nem deixei de ser filha, irmã, amiga, prima... Os problemas que tenho com minha família - caso para analistas ganharem dinheiro - eu os teria se morássemos todos juntos em qualquer lugar do mundo, pois as pessoas são as mesmas. E quero ficar na Alemanha pelas oportunidades, pelo que quero construir. Tudo o que vivi até antes de me mudar foi o que me fez estar na Alemanha. Se tivesse morado em outro lugar, se tivesse convivido com outras pessoas, não teria conhecido marido, não teríamos vivido o que vivemos até decidir por estar aonde estamos. Não posso negar quem eu sou. E sei que os fantamas me perseguem e não posso ignorá-los, só enfrentá-los. Uma coisa de cada vez. Quem sabe, um dia, eu conto a história toda. Ou não. Sei lá!
A Liza, querida, deixou um comentário fofo no FAQ. 16, assim:
"Eve, voce achou o seu lugar no mundo e isso é muito bom. Ouso a dizer que voce vê em Berlin a beleza e felicidade que encontrou dentro de voce e talvez qualquer cidade te pareceria linda assim."
Acho que é isso.
- Fora isso, tenho visitado amigos e familiares, deixei de ver outros por falta de oportunidade ou porque perdi o contato mesmo. Para isso, haverá outras vezes em outras vindas pra cá ou eles lá.
- Fui à praia e ainda vou mais uma vez. E só. Acho que não foi uma boa decisão vir para o pico do verão no meio do tratamento de pele. Penitência pra ela!
- Fiz compras. Comprei esmaltes e calcinhas. Fútil! NOT! Só não uso calçolão e nem pago caro quando tive acesso a mais baratas por aqui. Isso é esperteza. Quanto aos esmaltes, bom... hehehehe... faz parte, né?
- Fiz pequenas viagens.
- Comi muito. Engordei, até agora, 1,5kg. Culpa do feijão da minha mãe e das guloseimas. Culpa deles, né? Sei...
- Fico em casa (porque mesmo estando fora há quase 10 anos, continuo chamando a casa dos meus pais de "minha casa"). Porque ser bem tratada pela mãe não tem preço. Nem mastercard.
- Estou arrumando as malas. Viajo no dia 06.02. Prometo regularizar as visitas. Adorei receber os comentários de vocês. Senti-me acompanhada.
Até a próxima semana!
A Liza, querida, deixou um comentário fofo no FAQ. 16, assim:
"Eve, voce achou o seu lugar no mundo e isso é muito bom. Ouso a dizer que voce vê em Berlin a beleza e felicidade que encontrou dentro de voce e talvez qualquer cidade te pareceria linda assim."
Acho que é isso.
- Fora isso, tenho visitado amigos e familiares, deixei de ver outros por falta de oportunidade ou porque perdi o contato mesmo. Para isso, haverá outras vezes em outras vindas pra cá ou eles lá.
- Fui à praia e ainda vou mais uma vez. E só. Acho que não foi uma boa decisão vir para o pico do verão no meio do tratamento de pele. Penitência pra ela!
- Fiz compras. Comprei esmaltes e calcinhas. Fútil! NOT! Só não uso calçolão e nem pago caro quando tive acesso a mais baratas por aqui. Isso é esperteza. Quanto aos esmaltes, bom... hehehehe... faz parte, né?
- Fiz pequenas viagens.
- Comi muito. Engordei, até agora, 1,5kg. Culpa do feijão da minha mãe e das guloseimas. Culpa deles, né? Sei...
- Fico em casa (porque mesmo estando fora há quase 10 anos, continuo chamando a casa dos meus pais de "minha casa"). Porque ser bem tratada pela mãe não tem preço. Nem mastercard.
- Estou arrumando as malas. Viajo no dia 06.02. Prometo regularizar as visitas. Adorei receber os comentários de vocês. Senti-me acompanhada.
Até a próxima semana!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Banzo/ Heimweh
E eu que nem sabia que a palavra "banzo" existia para definir saudade da terra natal (acho que foi a Bárbara que me contou nos comentários de um post por aí), pesquisei um tiquinho e lembrei das aulas de história do colégio. Banzo era a saudade da África, a saudade e a depressão que os escravos sentiam por estarem longe da sua terra natal. E se suicidavam por isso. Triste, né? Daí que se começa usar essa palavra com mais popularidade. A origem, ninguém tem certeza. (Se alguém quiser falar mais sobre isso, fiquem à vontade.)
Mas, eu viajei na maionese e não era disso que eu queria falar. Aliás, era. Só me alonguei demais na introdução. Esse parágrafo era dispensável. Estou muito prolixa hoje. Afff!
O que importa é que todo mundo na Alemanha me perguntava se sentia Heimweh (saudade da terra natal em alemão) e eu respondia que ainda não, só das pessoas. Principalmente, porque tudo na Alemanha é novidade pra mim e, provavelmente, vai continuar sendo por muito tempo, pois ainda tenho muitas "primeiras coisas" para fazer. O primeiro emprego, o primeiro salário, o primeiro seminário, a primeira viagem sozinha...
Daí eu cheguei ao Brasil. E olha, vou confessar: sentir o cheiro das frutas da época (umbu, manga, acerola...), tomar água de coco direto do coco, pisar na areia quente da praia (mas, fugir do sol, porque não to podendo, né? Lembrem do tratamento de pele. Um ó!) etc., me fizeram não sentir saudade, porque já estou aqui mesmo, mas desejar mais.
Presumi que a minha saudade está relacionada aos sentidos. Na Alemanha, não tenho/tinha acesso a essas coisas e como estava experimentando outras de lá, esquecia que as de cá existiam. Só que, chegar aqui e ter contato visual, olfativo, tátil e de gosto (qual o certo pra paladar? burra, burra!), fez com que minha vontade fosse despertada. Falar de picanha na minha frente é me fazer ficar sedenta por sangue como uma vampira. Hummm, goiabada cascão...
Depois, ninguém poderá reclamar se voltar mais gorda. A única certeza que tenho é que vou continuar branquela.
P.S. Viu, Karol, esse post já estava agendado. Voltei aqui só pra te bajular. rsrsrs
Mas, eu viajei na maionese e não era disso que eu queria falar. Aliás, era. Só me alonguei demais na introdução. Esse parágrafo era dispensável. Estou muito prolixa hoje. Afff!
O que importa é que todo mundo na Alemanha me perguntava se sentia Heimweh (saudade da terra natal em alemão) e eu respondia que ainda não, só das pessoas. Principalmente, porque tudo na Alemanha é novidade pra mim e, provavelmente, vai continuar sendo por muito tempo, pois ainda tenho muitas "primeiras coisas" para fazer. O primeiro emprego, o primeiro salário, o primeiro seminário, a primeira viagem sozinha...
Daí eu cheguei ao Brasil. E olha, vou confessar: sentir o cheiro das frutas da época (umbu, manga, acerola...), tomar água de coco direto do coco, pisar na areia quente da praia (mas, fugir do sol, porque não to podendo, né? Lembrem do tratamento de pele. Um ó!) etc., me fizeram não sentir saudade, porque já estou aqui mesmo, mas desejar mais.
Presumi que a minha saudade está relacionada aos sentidos. Na Alemanha, não tenho/tinha acesso a essas coisas e como estava experimentando outras de lá, esquecia que as de cá existiam. Só que, chegar aqui e ter contato visual, olfativo, tátil e de gosto (qual o certo pra paladar? burra, burra!), fez com que minha vontade fosse despertada. Falar de picanha na minha frente é me fazer ficar sedenta por sangue como uma vampira. Hummm, goiabada cascão...
Depois, ninguém poderá reclamar se voltar mais gorda. A única certeza que tenho é que vou continuar branquela.
P.S. Viu, Karol, esse post já estava agendado. Voltei aqui só pra te bajular. rsrsrs
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