Eu falei disso aqui. Estou no fim da terceira semana.
O tratamento até agora está indo bem. Nada extremamente radical aconteceu, além da boca, nariz e olhos secos devidamente tratados com os produtos adequados. Estou cuidando da pele com hidratante, igualzinho na propaganda da Xoxa com o monange.
Estou mesmo passando longe de álcool, o que não é nenhum sacrifíco, na verdade.
A operação sereia não funcionou, não consigo ficar longe da depilação, mesmo que pernas cabeludas ajudem a aquecer no inverno. =P Eu só tento não maltratar a pele para não manchar mais ainda.
Já sinto a pele mais clara e a acne gradativamente sumindo. Olhar-me no espelho está sendo castigante, porque eu sinto a pele desestruturada, já que está seca. Vejo marcas de expressão que antes eram sutis e agora parecem rugas de séculos. Múmia, oi? Sai de sereia pra múmia... Que involução. Mas, sei que é passageiro, porque uma das promessas do remédio é a renovação celular. Vou ficar com cara de bunda de nenê! Rá!
O que está pegando é o colo. Não o de baixo, meninos. O de cima mesmo. Região abaixo do pescoço. Sabe quando você acorda e está tudo enrugado? Principalmente, porque a moça aqui só dorme de lado? Então... Nem hidratante resolve. E procurar creme específico nas prateleiras aqui na Alemanha é quase uma tortura. Pois, são 418731284 opções de cremes e eu nunca sei, efetivamente, para que servem direito.
Estou aceitando sugestões.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Resultado da prova de certificado
Bom, eu falei da prova de certificado para o nível B2 de alemão aqui e aqui.
Recebi o resultado através de uma colega do curso pelo facebook. Ela está repetindo o B2 e estava lá quando os certificados chegaram. Veja só a classe da escola, mandando recado pelo facebook por outra aluna... Deixa pra lá.
Só tive tempo de ir buscar ontem, mesmo assim porque marido me levou de carro já que estava chovendo. Aliás, choveu o dia todo. E eu cheguei toda molhada da ONG...Deixa pra lá 2.
Pra passar, a pessoa tem que acertar, pelo menos, 60% da prova. Eu queria fazer 80% para poder ficar com uma média "gut", já que nota na Alemanha é uma coisa relevante. Eu tive que colocar as notas da minha monografia e do meu artigo (da pós) no currículo, vejam só.
Eu passei - e no fundo, eu já sabia. Mas, não consegui a nota que eu queria. Consegui acertar 73% da prova. Eu me mantive na média de 80% em quase todas as partes da prova. A pior parte (ironicamente, a que achei que fui melhor) foi a de Leseverstehen (Leitura), fiz exatos 60%. Ou seja, bateu na trave para eu perder a prova inteira... Surpreendentemente, a melhor nota foi a do Mündlich (Oral), 90%. Isso quer dizer, que a descarada sou eu que não tenho coragem de sair por aí tagarelando com as pessoas.
Eu já falei aqui que ainda não aprendi a lidar com a minhas frustrações. Isso quer dizer que não fiquei satisfeita com o resultado. Deixa pra lá 3.
Vida que segue e alemão que precisa melhorar (sempre, como disse a Jane)
Recebi o resultado através de uma colega do curso pelo facebook. Ela está repetindo o B2 e estava lá quando os certificados chegaram. Veja só a classe da escola, mandando recado pelo facebook por outra aluna... Deixa pra lá.
Só tive tempo de ir buscar ontem, mesmo assim porque marido me levou de carro já que estava chovendo. Aliás, choveu o dia todo. E eu cheguei toda molhada da ONG...Deixa pra lá 2.
Pra passar, a pessoa tem que acertar, pelo menos, 60% da prova. Eu queria fazer 80% para poder ficar com uma média "gut", já que nota na Alemanha é uma coisa relevante. Eu tive que colocar as notas da minha monografia e do meu artigo (da pós) no currículo, vejam só.
Eu passei - e no fundo, eu já sabia. Mas, não consegui a nota que eu queria. Consegui acertar 73% da prova. Eu me mantive na média de 80% em quase todas as partes da prova. A pior parte (ironicamente, a que achei que fui melhor) foi a de Leseverstehen (Leitura), fiz exatos 60%. Ou seja, bateu na trave para eu perder a prova inteira... Surpreendentemente, a melhor nota foi a do Mündlich (Oral), 90%. Isso quer dizer, que a descarada sou eu que não tenho coragem de sair por aí tagarelando com as pessoas.
Eu já falei aqui que ainda não aprendi a lidar com a minhas frustrações. Isso quer dizer que não fiquei satisfeita com o resultado. Deixa pra lá 3.
Vida que segue e alemão que precisa melhorar (sempre, como disse a Jane)
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O primeiro dia na ONG
Que não é hoje. Foi ontem. =P
Cheguei às 11h, como eles pediram, para que eu conhecesse o outro voluntário que também começou ontem. Um turco, aparentemente aposentado, que diz que é melhor fazer trabalho voluntário do que ficar em casa tamborilando os dedos. Eu que diga. Ele lembra muito meu avô, não sei porquê. Devem ser os olhos. Simpático e atencioso como os outros, já perguntou logo se poderíamos nos tratar como "du" (você).
Conversamos um pouco e já recebi uma atividade pra fazer: digitar a ata de uma reunião (quem liga pra minha mão, minha gente?). Olha, déjà vu total esse, viu? No meio da digitação, me dei conta de que voltei minha vida profissional ao momento zero, 10 anos atrás. Meu primeiro estágio no Brasil foi numa cooperativa e o trabalho consistia, basicamente, em registrar e digitar atas (depois, as responsabilidades aumentaram até eu ser contratada). E agora, estou eu na Alemanha fazendo a mesma coisa, hein? Será que eu aprendo alguma coisa com essa atividade boba? Com certeza.
- Eu não estava acostumada a digitar em teclado alemão (sim, é diferente. O z é no lugar do y e existem as teclas ä, ö e ü, e mais uns detalhes) Eu levei mais tempo do que o normal por conta disso.
- O sistema é todo em alemão. Também não estava acostumada. Bora lá aprender a mexer no Office em alemão? Onde é que fica as ferramentas? E a edição? É o office novo, eu tinha o 2003 no micro e agora estou com o openoffice. Imagina aí? Estou tão perdida como cego em tiroteio.
- Mais vocabulário e ortografia para assimilar.
- Vou ganhar segurança, pois estou fazendo um trabalho (qualquer que fosse) sem pressão, já que é voluntário.
- E o principal: eu vou desbloquear meu alemão!
Já pensou passar aperto num emprego por causa disso? Depois desse voluntariado, pularei essa fase.
A cereja do bolo fica por conta de ter encontrado o cara que vai me passar algumas atividades do Büro (escritório) com os dois olhos roxos. "Puta que pariu!" (palavrão necessário para vocês compreenderem o meu susto.), eu pensei, "será que esse cara se mete em confusão? Bem que ele tem cara de Hells Angel...". Como eu não tenho intimidade, nem perguntei o que aconteceu. Foi só no final do dia que descobri que o coitado foi assaltado na semana passada. Tadinho, levou porrada porque reagiu. Brasil? Oi? E eu vou pro inferno porque pensei maldade. É que a rua aonde fica a ONG é uma das mais famosas de Berlin, só que pelos motivos errados. Por lá, já rolou muita droga, tráfico, clãs árabes, gangues russas e outras coisas mais. Agora, depois de anos, e com muita intervenção, é que a situação está melhorando.
E eu lá, no meio. Eles me contaram um monte de coisas que já aconteceu lá e eu com cara de paisagem, como se o que eles tivessem me contando fosse novidade pra mim... Deixo que eles se iludam? Deixo. Sou malvada.
No mais, aguardem novos relatos.
Cheguei às 11h, como eles pediram, para que eu conhecesse o outro voluntário que também começou ontem. Um turco, aparentemente aposentado, que diz que é melhor fazer trabalho voluntário do que ficar em casa tamborilando os dedos. Eu que diga. Ele lembra muito meu avô, não sei porquê. Devem ser os olhos. Simpático e atencioso como os outros, já perguntou logo se poderíamos nos tratar como "du" (você).
Conversamos um pouco e já recebi uma atividade pra fazer: digitar a ata de uma reunião (quem liga pra minha mão, minha gente?). Olha, déjà vu total esse, viu? No meio da digitação, me dei conta de que voltei minha vida profissional ao momento zero, 10 anos atrás. Meu primeiro estágio no Brasil foi numa cooperativa e o trabalho consistia, basicamente, em registrar e digitar atas (depois, as responsabilidades aumentaram até eu ser contratada). E agora, estou eu na Alemanha fazendo a mesma coisa, hein? Será que eu aprendo alguma coisa com essa atividade boba? Com certeza.
- Eu não estava acostumada a digitar em teclado alemão (sim, é diferente. O z é no lugar do y e existem as teclas ä, ö e ü, e mais uns detalhes) Eu levei mais tempo do que o normal por conta disso.
- O sistema é todo em alemão. Também não estava acostumada. Bora lá aprender a mexer no Office em alemão? Onde é que fica as ferramentas? E a edição? É o office novo, eu tinha o 2003 no micro e agora estou com o openoffice. Imagina aí? Estou tão perdida como cego em tiroteio.
- Mais vocabulário e ortografia para assimilar.
- Vou ganhar segurança, pois estou fazendo um trabalho (qualquer que fosse) sem pressão, já que é voluntário.
- E o principal: eu vou desbloquear meu alemão!
Já pensou passar aperto num emprego por causa disso? Depois desse voluntariado, pularei essa fase.
A cereja do bolo fica por conta de ter encontrado o cara que vai me passar algumas atividades do Büro (escritório) com os dois olhos roxos. "Puta que pariu!" (palavrão necessário para vocês compreenderem o meu susto.), eu pensei, "será que esse cara se mete em confusão? Bem que ele tem cara de Hells Angel...". Como eu não tenho intimidade, nem perguntei o que aconteceu. Foi só no final do dia que descobri que o coitado foi assaltado na semana passada. Tadinho, levou porrada porque reagiu. Brasil? Oi? E eu vou pro inferno porque pensei maldade. É que a rua aonde fica a ONG é uma das mais famosas de Berlin, só que pelos motivos errados. Por lá, já rolou muita droga, tráfico, clãs árabes, gangues russas e outras coisas mais. Agora, depois de anos, e com muita intervenção, é que a situação está melhorando.
E eu lá, no meio. Eles me contaram um monte de coisas que já aconteceu lá e eu com cara de paisagem, como se o que eles tivessem me contando fosse novidade pra mim... Deixo que eles se iludam? Deixo. Sou malvada.
No mais, aguardem novos relatos.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O centavo
Sabe aquela pessoa calejada, que já está acostumada a olhar liquidação de 0,99 com outros olhos? Que você chega na loja e olha aquela peça maravilhosa e diz: "Nossa! Só 14,99!?" Eu digo: "Nossa! Só 15,00!?"
Por que eles fazem isso, minha gente? Só porque o primeiro número que o seu cérebro registra é o 14. Então, você calcula um pouco abaixo do preço real. Mas, oi? Eu estudei Marketing, tá? Eu sei os truques. Então, não vem querendo me enrolar, que eu não sou barbante (Ui, me senti a Gisley agora.).
Só que tudo na vida tem um porém. Eu me mudei pra Alemanha e a pagadora de mico mór sou eu, né?
Estou eu, linda, loira e serelepe (oi?) na floricultura, escolhendo alguma coisa para colorir o ambiente do meu "home sweet home" nesse tempo cinza de novembro (argh!) e escolho um ramo de flores esquisitas que já esqueci o nome: 2,99. (A pessoa quer colorir a casa e escolhe flores esquisitas que ela já esqueceu o nome. Ok, deixa esse detalhe pra lá.) Vou lá no balcão e coloco 3 euros em cima como pagamento. Espero a moçoila embrulhar as flores no papel, pego meu pacote e vou embora. Só faço virar as costas e a moçoila grita:
- Seu dinheiro!
Oi? Será que eu dei a mais?
Não, minha gente, ela estava me devolvendo 0,01 (um centavo, pra quem não entendeu). Ela estava me devolvendo "meu dinheiro". Eu voltei para pegar "o dinheiro", porque sou menina educada e fiquei me perguntando onde é que, no Brasil, um centavo é dinheiro?
Por que, né? Vida de brasileiro é arredondar! Isso quando não dão o troco de bala. =P
Por que eles fazem isso, minha gente? Só porque o primeiro número que o seu cérebro registra é o 14. Então, você calcula um pouco abaixo do preço real. Mas, oi? Eu estudei Marketing, tá? Eu sei os truques. Então, não vem querendo me enrolar, que eu não sou barbante (Ui, me senti a Gisley agora.).
Só que tudo na vida tem um porém. Eu me mudei pra Alemanha e a pagadora de mico mór sou eu, né?
Estou eu, linda, loira e serelepe (oi?) na floricultura, escolhendo alguma coisa para colorir o ambiente do meu "home sweet home" nesse tempo cinza de novembro (argh!) e escolho um ramo de flores esquisitas que já esqueci o nome: 2,99. (A pessoa quer colorir a casa e escolhe flores esquisitas que ela já esqueceu o nome. Ok, deixa esse detalhe pra lá.) Vou lá no balcão e coloco 3 euros em cima como pagamento. Espero a moçoila embrulhar as flores no papel, pego meu pacote e vou embora. Só faço virar as costas e a moçoila grita:
- Seu dinheiro!
Oi? Será que eu dei a mais?
Não, minha gente, ela estava me devolvendo 0,01 (um centavo, pra quem não entendeu). Ela estava me devolvendo "meu dinheiro". Eu voltei para pegar "o dinheiro", porque sou menina educada e fiquei me perguntando onde é que, no Brasil, um centavo é dinheiro?
Por que, né? Vida de brasileiro é arredondar! Isso quando não dão o troco de bala. =P
sábado, 13 de novembro de 2010
Ou você faz a sua parte ou você faz a sua parte
Semana passada, recebemos na nossa caixa de correio um comunicado da administradora do prédio que o quartinho onde são guardadas as bicicletas e carrinhos de bebê do pessoal dos apartamentos seria reformado no dia 09/11. Portanto, teríamos até o dia 08 para retirar nossas coisas. Eu guardo minha bicicleta lá. No sábado, fui lá e tirei minha magrelinha cheia de pó e mofo - porque eu não saio nesse vento frio de bicicleta nem me pagando! Ok, se a grana for boa, quem sabe. rsrs
Enfim.
O legal mesmo foi o que eu li no aviso. Eu li a expressão Herrenloses Gut. Explicando: no aviso constava que se alguém, por acaso, esquecesse de retirar o seu bem de dentro do quartinho, ele seria considerado "sem dono" e seria jogado fora (marido que explicou). Simples. Não vai ser outra pessoa que será responsável pelo que é SEU. Se é seu, vai e toma conta, meu filho. Levanta essa bunda do sofá, sai da frente do aquecedor e vai lá facilitar a vida de quem está fazendo um benefício para o coletivo: reformando uma área comum do prédio.
Todo mundo fazendo a sua parte. Bonitinho. rsrs
Enfim.
O legal mesmo foi o que eu li no aviso. Eu li a expressão Herrenloses Gut. Explicando: no aviso constava que se alguém, por acaso, esquecesse de retirar o seu bem de dentro do quartinho, ele seria considerado "sem dono" e seria jogado fora (marido que explicou). Simples. Não vai ser outra pessoa que será responsável pelo que é SEU. Se é seu, vai e toma conta, meu filho. Levanta essa bunda do sofá, sai da frente do aquecedor e vai lá facilitar a vida de quem está fazendo um benefício para o coletivo: reformando uma área comum do prédio.
Todo mundo fazendo a sua parte. Bonitinho. rsrs
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A pessoa evolui
Um dia, no passado, marido comprou, de presente para mim, um livro. Título: O grande livro de história para as primeiras leituras. Traduzindo: um livro para crianças que acabaram de aprender a ler. Tinha um elfo nas histórias...
Depois, eu comprei um livro de Erich Kästner, o Monteiro Lobato alemão. Título: Emil e os detetives. Para crianças na faixa de 10 anos. Isso foi antes das férias de verão.
Semana passada comprei outro livro para não deixar o alemão de lado por conta do fim do curso. Para jovens adultos. Esse já começa a refletir um pouco da minha personalidade, do meu gosto por mistérios e crimes (na leitura, gente, na leitura).
E, como toda criança um dia cresce e melhora sua leitura, também aconteceu comigo. Fui da alfabetização até a juventude em 7 meses de curso. Sem falar que ainda tem os livros adultos, a trilogia Milennium, que estou louca pra ler, entraria nessa categoria. Em breve também, quero estar lendo clássicos da literatura alemã. Breve = Um ano. (Porque, né? literatura clássica pode ser bem complexa. Alguém já leu Fausto no original? Tá. Ok. Não precisam acreditar nessa parte. Nem eu acredito.)
Ah sim, vocês querem saber o título do livro que eu comprei? Querem, né? Eu sei.
Depois, eu comprei um livro de Erich Kästner, o Monteiro Lobato alemão. Título: Emil e os detetives. Para crianças na faixa de 10 anos. Isso foi antes das férias de verão.
Semana passada comprei outro livro para não deixar o alemão de lado por conta do fim do curso. Para jovens adultos. Esse já começa a refletir um pouco da minha personalidade, do meu gosto por mistérios e crimes (na leitura, gente, na leitura).
E, como toda criança um dia cresce e melhora sua leitura, também aconteceu comigo. Fui da alfabetização até a juventude em 7 meses de curso. Sem falar que ainda tem os livros adultos, a trilogia Milennium, que estou louca pra ler, entraria nessa categoria. Em breve também, quero estar lendo clássicos da literatura alemã. Breve = Um ano. (Porque, né? literatura clássica pode ser bem complexa. Alguém já leu Fausto no original? Tá. Ok. Não precisam acreditar nessa parte. Nem eu acredito.)
Ah sim, vocês querem saber o título do livro que eu comprei? Querem, né? Eu sei.
O título é:
Meninas mortas não mentem.
(eleito Bestseller da categoria pela "Der Spiegel")
Eu disse que era reflexo da minha personalidade. Eu disse. Hehehehehe
P.S. E eu ganhei da Flor, de presente de aniversário adiantado, o livro Der Dativ ist dem genitiv sein Tod. (O dativo é a morte do genitivo). Esse só quem sabe alemão entende. rs Obrigada, Flor, pelo carinho.
P.S. E eu ganhei da Flor, de presente de aniversário adiantado, o livro Der Dativ ist dem genitiv sein Tod. (O dativo é a morte do genitivo). Esse só quem sabe alemão entende. rs Obrigada, Flor, pelo carinho.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Pernas cruzadas
Lembram que eu quando eu contei sobre o três alemão, eu disse que essa era uma técnica para descobrir espiões? Durante a guerra e na guerra fria que se seguiu depois. Pois é... Também havia outro meio de identificá-los.
Queridas amigas que tem um alemão em casa, atenção. Olhem para os seus queridos. Eles estão de pernas cruzadas? Se não, por favor, peçam que cruzem agora. Tempo, tempo, tempo... Então, como foi?
Eles cruzam as pernas igualzinho a nós, mulheres, hein? Quando eu digo que a Alemanha é dominada pelo feminino, ninguém acredita. ;)
Os americanos, também os brasileiros, cruzam as pernas fazendo um quatro, ou seja, dobrando o joelho. Outros povos podem fazer do mesmo jeito. Mas, na espionagem, que é um trabalho cansativo de perseguição e observação, quando um americano sentava em meio aos alemães, era assim que eles poderiam ser identificados. Porque alemão quando cruza as pernas, CRUZA as pernas e não apóia uma na outra, simplesmente.
Portanto, caros leitores, se querem se infiltrar no país, atenção ao três e ao cruzamento de pernas.
Porém, contudo, todavia...
É preciso dizer que alguns hábitos mudam e os alemães mais modernos já podem ter mudado. Mas, o meu, minhas caras, é feminino. hahahahaha
Queridas amigas que tem um alemão em casa, atenção. Olhem para os seus queridos. Eles estão de pernas cruzadas? Se não, por favor, peçam que cruzem agora. Tempo, tempo, tempo... Então, como foi?
Eles cruzam as pernas igualzinho a nós, mulheres, hein? Quando eu digo que a Alemanha é dominada pelo feminino, ninguém acredita. ;)
Os americanos, também os brasileiros, cruzam as pernas fazendo um quatro, ou seja, dobrando o joelho. Outros povos podem fazer do mesmo jeito. Mas, na espionagem, que é um trabalho cansativo de perseguição e observação, quando um americano sentava em meio aos alemães, era assim que eles poderiam ser identificados. Porque alemão quando cruza as pernas, CRUZA as pernas e não apóia uma na outra, simplesmente.
Portanto, caros leitores, se querem se infiltrar no país, atenção ao três e ao cruzamento de pernas.
Porém, contudo, todavia...
É preciso dizer que alguns hábitos mudam e os alemães mais modernos já podem ter mudado. Mas, o meu, minhas caras, é feminino. hahahahaha
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